quarta-feira, 10 de junho de 2009

Gatos amarelos

Pensei que fossem meus preferidos, mas quando comecei a escrever – queria falar de como eles são meus preferidos – senti-me injusta com minhas escolhas. Lembrei-me da Marita, uma Siamesa. Ela recebeu este nome em homenagem à Profª Marita. Como será que ela recebeu a homenagem? Imagino que haja gente que não goste de saber que tem um animal com seu nome.
Eu não. Se um amigo meu coloca meu nome em uma gata, logo me sinto especial.... Posso até ronronar.
Eu adorava as Maritas. E uma delas não era amarela.
Quantos gatos amarelos eu tive, mesmo? Perdi a conta. O último gato amarelo... bom, antes dele teve a flor, que era negrinha que só. A Flor se enrolava nos meus cabelos quando estes eram castanhos mais escuros. Depois eu fiquei loura e os amarelos não se enrolaram nos meus cachos, nem em minhas madeixas.
O Filemon era amarelim que dourava. Já viu gato que não caia de patas para baixo e nem sabia descer de telhados? Sim, era o Filemon. Nem sei porque ele veio parar nesta lista, já que me lembro dele mais pelo trabalho que dava – a mim e à vizinhança toda – do que pelas suas gatinhices.
Tenho por hábito manter um gato amarelo sempre por perto. Por isso que, quando começo a me empolgar, escrever... tenho que dar uma pausa. Olah o gato aqui, sbiundo nas tceals do cmpotdoar.
Peraí, gente, se não der comida agora, não consigo mais escrever..
Até miaus ver

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